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Cláudia Começar

Inglês para viagem: o que você vai precisar dizer (e ouvir)

Para viajar em inglês você precisa menos de gramática e mais de frases prontas para momentos previsíveis: embarcar, passar pela imigração, chegar ao hotel, pedir comida, se locomover e resolver um imprevisto. Mais difícil que falar costuma ser entender a pergunta do outro lado, por isso o treino tem de incluir ouvir e responder em voz alta.

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O que muda no inglês de viagem

A boa notícia: quase tudo numa viagem é previsível. O atendente do check-in, o agente da imigração e o garçom fazem quase sempre as mesmas perguntas, na mesma ordem. Quem conhece essas perguntas e tem duas ou três respostas prontas resolve a maior parte da viagem com um inglês simples. O Quadro Europeu, que define os níveis de A1 a C2, coloca “se virar na maioria das situações de uma viagem” como marca do nível B1, mas muita gente viaja bem antes disso, com frases curtas e educadas.

A má notícia é que, na viagem, você não escolhe o ritmo. O outro fala rápido, com o sotaque dele, às vezes com barulho em volta. Por isso três coisas pesam mais do que vocabulário:

Frases-chave para o que as outras páginas não cobrem

Aeroporto, imigração, hotel, restaurante, café e pedir informação na rua têm páginas próprias, listadas mais abaixo. Estas frases cobrem o resto: o transporte, as compras, a conversa rápida e o imprevisto.

Quando não entender

Transporte

Compras e passeios

Quando algo dá errado

Conversa rápida com quem você encontra

Erros comuns de brasileiro na viagem

Na conversa por voz, a correção de um erro desses fica assim:

Cláudia● online agora

Hi! Where are you heading today?

To the airport. I want a ticket to go and come back.

Ida e volta tem nome próprio: Could I get a round-trip ticket to the airport? Tenta?

Could I get a round-trip ticket to the airport?

Sure. That’s twelve fifty. Card or cash?

Exemplo de conversa na bilheteria

Roteiro de treino: na ordem da viagem

Comece uns dez dias antes de viajar e siga a ordem em que as coisas vão acontecer. Dez minutos por dia, em voz alta, já fazem diferença na hora de abrir a boca.

  1. Aeroporto e embarque: treine o check-in e as perguntas da segurança, com o número do seu voo e do seu portão.
  2. Imigração: prepare respostas curtas e verdadeiras para motivo da viagem, quanto tempo fica e onde vai ficar. Nada de decorar texto longo.
  3. Transporte até o hotel: treine perguntar qual trem ou ônibus pegar e quanto tempo leva, com as frases desta página.
  4. Hotel: o check-in com o seu sobrenome e as datas, e um pedido simples, como trocar de quarto.
  5. Comer fora: pedir mesa, perguntar o que tem no prato, falar de alergia e pedir a conta.
  6. Passear: pedir informação na rua, comprar ingresso, perguntar o horário de fechar.
  7. Imprevisto: um dia só para o que dá errado: cartão recusado, celular perdido, mal-estar. É o treino que mais gente pula, e o que mais faz falta.

Na véspera, leia de novo as frases de cada etapa em voz alta, uma vez só.

As situações de viagem, uma por uma

Cada página traz as frases da situação com tradução, o que você vai ouvir do outro lado, erros comuns, um mini diálogo e frases de pronúncia.

Treinar com a Cláudia

Na Cláudia, você conversa por voz com uma professora de inteligência artificial que corrige na hora. Em Treinar situação, nos temas Viagem e Comida, ela faz o papel de quem te atende: o atendente do check-in, o agente da imigração, a recepção do hotel, o garçom. Você responde em voz alta, ela aponta o erro e pede para você repetir a forma certa.

Se a sua situação não está na lista, escreva a sua, como “comprar passagem de trem na estação”, e ela monta a cena. A voz usa os minutos do seu plano: 10 por dia no anual e no mensal, 5 no semanal (veja Preços). Quando não der para falar alto, a conversa segue por texto.

Perguntas sobre isto

Preciso de inglês avançado para viajar?

Não. Com frases curtas e educadas para os momentos previsíveis da viagem, dá para resolver muita coisa. No Quadro Europeu, “se virar na maioria das situações de viagem” é a marca do nível B1, que fica no meio da escala, e não no topo. Veja o que cada nível consegue falar.

Vale a pena usar o tradutor do celular na viagem?

Vale como reserva, para um endereço difícil ou uma bula de remédio. Para o dia a dia, falar direto é mais rápido e a outra pessoa responde no mesmo ritmo. O ideal é ter as frases principais na boca e o tradutor no bolso.

O que fazer quando não entendo nada do que a pessoa falou?

Peça para repetir mais devagar ou de um jeito mais simples, peça para escrever e confirme com as suas palavras: So, platform four, at ten thirty? Isso resolve a maior parte dos casos sem estresse.

Ensaia a viagem comigo

A Cláudia faz o papel de quem te atende em cada etapa da viagem. Você responde em voz alta e ela corrige na hora, antes de embarcar.

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